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Liderança com Tommy Nelson (15/06/2010)
Tommy Nelson, autor de “O Processo da Pérola” e representante de James Hunter no Brasil.
"Vamos para o mosteiro para encontrarmos com o monge !"

Nas minhas viagens, palestras e trabalho como coach e treinador, eu estou constantemente ouvindo a mesma pergunta: “Com que ou com quem posso contar num mundo onde nada parece definitivo ou absoluto, e tudo parece estar em constante movimento?” No século XXI, poucas pessoas sabem planejar suas vidas com clareza e confiança. A tese deste “estudo de liderança” é a seguinte: se líderes e adultos em geral conseguirem aprender a dominar o processo de mudança em suas próprias vidas, então vão descobrir novas formas de renovar suas famílias, suas empresas, suas instituições de ensino e sua cultura. O domínio e maestria de mudança é vital para o processo de renovação que nossa sociedade como um todo procura. E os que aceitam a incubência de lidearança precisam apontar o caminho.
Então, nos cabe identificar competências e habilidades para capacitar líderes no segundo tempo da vida (sabia que a vida é como um jogo de futebol com dois tempos? De anos 0-40 é o primeiro tempo, depois um intervalo – crise de meia-idade e logo começa o segundo tempo quando o jogo é decidido), o tal de planejamento de vida. Estou aprendendo a ser consciente de minha realidade atual – quebrar paradigmas pessoais e transferidos, definir meus propósitos e paixões atuais, sem esquecer de perceber as reais ameaças, oportunidades, e pontos fortes e fracos. Em fim, eu, como muitas pessoas em fase de transição, quero compreender e navegar com maestria as mudanças e transições.
Nem todo líder passa por crises pessoais e profissionais de forma dramática, como as que descobrimos nas biografias dos grandes líderes (Ghandi, Nelson Mandela, Madre Teresa, Abraham Lincoln, Winston Churchill, etc.) e empreendedores mais conhecidos (Jack Welsh, Abílio Diniz, etc.) Mas, na realidade, estamos todos diante do mesmo desafio: como sobreviver e prosperar tanto pessoal como profissionalmente num mundo tão difícil de compreender, muito menos dominar. Até o próprio conceito e forma de “dominar” está sendo questionado nesse contexto.
Ser o dominador hoje pode ser tanto uma declaração de poder como de fraqueza, dependendo da situação e a visibilidade. Já que o mundo ficou “plano”, os concorrentes pequenos, mas ágeis e astutos, surgem do nada com uma velocidade assustadora e subvertem os grandes, já que eles não conseguem reagir com a mesma velocidade e destreza. Infelizmente o tão cobiçado e procurado “domínio” -- da vida ou do mercado -- pode sumir de um dia para o outro. De novo, o fascínio pelo dilema do “executivo” John Daily no mosteiro, no livro “O Monge e o Executivo”. O desencanto dele não difere muito com o nosso.
Outra frase que escuto muito: “Vamos para o mosteiro!”. É um grito da alma das pessoas de hoje, de que talvez lá no mosteiro – em algum lugar longe daqui -- vamos achar as respostas profundas para as complexidades que vivemos hoje. Sobreviver e prosperar nesse clima requer uma capacidade criativa e de renovação constante incomum. Requer um espírito de empreendedorismo prático e ao mesmo tempo espiritual que considera as necessidades do outro tão importante com as de si próprio, já que hoje tudo repercute instantaneamente mediante a Internet.
Tim Sanders, o Chief Solutions Officer do Yahoo! expõe essa visão com clareza no seu livro O Amor é a Melhor Estratégia, onde ele demonstra o poder de tratar as pessoas com compaixão e amor, e que só assim os negócios vão prosperar no século que vem. A própria ascensão dele na vida empresarial é testemunho dessa realidade. A verdade da complexidade atual é bem simples: as pessoas estão cada vez melhor informadas e não aceitam mais ser exploradas no trabalho, pelo menos as mais talentosas. Quem aprende a lidar com elas com competência e amor se sobressai como pessoa e profissional. Tudo isso merece reflexão profunda e um viagem para o “mosteiro” não seria um mal lugar para fazer um balanço das coisas....
Profunda mudança do líder e da organização ... ou morte lenta

Robert Quinn, autor dos livros de grande impacto Desperte o Líder em Você, Mude o Mundo e o mais recente Building the Bridge as You Walk On It (Construindo a ponte enquanto caminha sobre ela) destaca a importância do líder refletir interiormente o que ele quer realizar em sua organização. Os líderes de multinacionais que fizeram grandes mudanças em suas empresas conseguiram isso depois de terem passado por profundas mudanças pessoais. Quinn chama isso de liderança transformadora, aquela que flui de dentro para fora, que reflete liderança como um estado de ser em vez de um mero padrão de modificações comportamentais.
Uma comunidade inspirada começa com um só indivíduo que tem o talento incrível de melhorar desempenho além das expectativas ordinárias. Não se trata tanto do que a pessoa faça – se trata mais do ela é. As ações de se organizar (administração) e entregar-se a mudanças não são naturalmente complementares. A primeira sistematiza e fecha; a segunda se arrisca e se abre.
Líderes enfrentam constantemente a opção entre mudanças profundas ou morte vagarosa. Eles muitas vezes falham, por não verem a incoerência de pedirem mudanças profundas a outras pessoas,sem que evidenciem isto em suas próprias vidas. A tendência a nos acomodar, a parar no tempo, à morte lenta, está dentro de todos nós.
Quinn disse: “Diante de uma economia intensamente globalizada, as empresas e seus empregados precisam se auto-reinventar a todo instante. Este é um processo de cima para baixo. A pressão por mudanças vem do mundo exterior que por sua vez força a empresa a se auto-reinventar.A mudança organizacional, então, pressiona para que haja mudança pessoal.
Esta seqüência é assumida a priori em quase toda discussão sobre estratégias de mudança organizacional. É o modelo de cima para baixo – que começa com um indivíduo.
O processo de mudanças pessoais profundas, como também organizacionais, pode ser ilustrado através de uma figura congelada que precisa ser descongelada para poder ser colocada em uma nova forma (estrutura),e, então, recongelada. Neste processo enfrentamos com esperança, e medo, a visão de um futuro desconhecido, mas melhor. Requer que abramos mão do velho que nos dá segurança mas reconhecemos como inadequado. Conclama-nos a uma mudança de valores para outro patamar,uma nova ordem,que só se dá pela substituição do velho.
Como disse outro treinador de líderes de renome, John Maxwell: “Mude o líder, mude a organização”. Mas e se o líder é tão acomodado e susceptível a resisitir mudanças, como qualquer outro ser humano, o que é que a gente faz? Hoje em dia a história de John Daily, o protagonista do best-seller “O Monge e o Executivo” por James Hunter, virou ponto de referência em praticamente qualquer conversa sobre liderança ou negócios. E por que tanto interesse nesse livro? É mais uma história do executivo altamente inteligente e habilitado que foi promovido a liderança, e, depois, fracassou no trabalho.
Ao mesmo tempo observou que sua família estava ruindo nas bases. Em fim, toda uma vida de “sucesso” e aparentemente estável perdeu o rumo de repente -- sem grandes explicações. Será que o caso de John é um pouco como a história de todos nós? Ou será que nossa geração está meio perdida ao tentar administrar uma vida sem suficientes recursos internos, nem externos? Estamos em busca de nosso porto seguro num mundo em constante mudança e estamos em falta de ferramentas, mentores e amigos verdadeiros. Estamos precisando dar uma parada para descobrir quem somos hoje e onde vamos. E ter alguém como Simeão – o ex-executivo que se tornou monge, coach e treinador de líderes-servos -- é uma idéia bastante atraente.
O próprio Peter Drucker – que preservava sua lucidez surpreendente até o final da vida com 95 anos – disse recentemente em “Você está preparado?”: “Daqui a algumas centenas de anos, quando a história do nosso tempo estiver sendo escrita com a perspectiva de um distanciamento maior, muito provavelmente o mais importante evento que os historiadores verão não será a tecnologia, nem a internet, nem o comércio eletrônico. Será a mudança sem precedentes ocorrida na condição humana. Pela primeira vez, literalmente, um número substancial e crescente de pessoas tem a possibilidade de fazer esco­lhas. Pela primeira vez, as pessoas terão de administrar a si próprias. E é preciso que se diga uma coisa: elas estão totalmente des­preparadas para isso.”
Porque os líderes não terminam bem?

‘Sem dúvida, os dias em que vivemos são de mudanças velozes. Para uma organização mudar e acompanhar essas mudanças é preciso que as lideranças mudem primeiro. No entanto é preciso entender a exata dinâmica por trás de tais mudanças – desde a preparação e implementação, até o desenvolvimento das pessoas e sua forma de lidar com as resistências.
A mudança de paradigmas externos, ou seja, a ótica através da qual percebemos o mundo ao redor e as mudanças internas, referentes ao autodesenvolvimento do ser humano são mudanças de caráter, de valores de princípios e de hábitos.
Os grandes mentores da administração moderna – como o recém falecido Peter Drucker – já perceberam que a mudança pessoal dos líderes precede a mudança organizacional. Quem sabe onde quer chegar pode contribuir de melhor forma com os resultados da empresa.
Hoje, liderança ainda é um tema altamente discutido seja na área política, empresarial ou espiritual. Porque? As pessoas buscam líderes de confiança e caráter, de vida exemplar. Mas onde estão os verdadeiros líderes? Algumas pessoas nos inspiram de imediato, mas, as únicas que continuam nos inspirando, a longo prazo, são aquelas que demonstram autenticidade e um caráter que atrai. Depois de conduzir uma pesquisa extensa, Robert Clinton, professor de liderança do Fuller Theological Seminary, acredita que 70% dos líderes de hoje não terminam bem. Ele baseia essa estatística nos seguintes critérios:

1. Perdem sua postura de serem aprendizes e ensináveis. Param de ouvir e crescer;
2. O brilho de seu caráter e autenticidade se desvanece; e deixa de ser atraente para seus liderados;
3. Não continuam vivendo segundo suas convicções
4. Não deixam atrás de si contribuições importantes – isto é, um legado duradouro;
5. Perdem a consciência de que tem um destino especial e influência na vida dos outros;
6. Perdem o otimismo e o equilíbrio interior que tinham em outros tempos;
7. Não tem consciência da possibilidade de se renovar, já que a vida moderna é cíclica, não linear e requer constante reciclagem.

A profissão Coaching surgiu em parte para ajudar as pessoas a descobrirem seu norte no meio da turbulência – principalmente os líderes de high potential. Tentar seguir as regras antigas de nossos pais simplesmente não funciona mais! Essas regras lineares só podem funcionar numa cultura com um alto índice de estabilidade, continuidade, controle -- com autoridades universalmente reconhecidas.
Uma Sociedade Resiliente de Líderes e Adultos Auto-Renovados que Terminam Bem
Nós, como os adultos e líderes de hoje, conduzimos, nossas vidas nas muitas dimensões do caos e estamos sendo desafiados a aceitar isso como estilo de vida, da forma indicada no clássico de Tom Peters “Prosperando no Caos”. Querendo ou não, gostando ou não, esse é nosso mundo de hoje, nosso ambiente de trabalho, nosso espaço e tempo atual. Não adiante tentar fugir. Quando Dag Hammarskjold foi o Secretário Geral do ONU, ele observou: “Não temos escolha em termos do contexto de nosso destino. Mas, o que inserimos dentro do contexto é nossa responsabilidade.
Aquele que procura uma vida de aventura escolha essa experiência -- na medida de sua coragem”. Nosso destino é navegar esse rio de mudança, e isso requer a capacidade de escolher bem nossas aventuras – em todo momento em toda estação. Líderes que sabem se auto-renovar são treinados para a jornada em que se encontram. Aventura é o que querem e a buscam conscientemente.
Como bons atletas, podemos nos preparar para viver e até fazer diferença neste mundo – independente de suas realidades complexas. Podemos aprender a sustentar paixão, alegria e propósito durante todas as estações. Podemos descobrir realização num mundo diferente daquele como que estávamos acostumados. Podemos – se não temos outra opção – aprender a soltar nossas perdas e descobrir novos caminhos para nossas vidas. Até quando passamos por transições e perdas, podemos tirar proveito de toda uma gama de recursos na luta para manter sentido em nossas vidas, até nos momentos de desencanto e recolhimento.
Apesar de não sempre alcançar o estado desejado de equilíbrio – e com toda certeza haverá um sem fim de surpresas e imprevistos – se resolvemos passar pelo processo de renovação contínuo e permitir que nossas vidas pessoais sejam monitorizadas,maior será nossa capacidade de “pegar as ondas” debaixo de nossa “prancha” e direcionar nosso barquinho nos rios turbulentos em que nos encontramos. Independente de nossa posição no Ciclo de Renovação, ou nossa estação de vida, sempre haverá formas de promover o processo de auto-renovação, com energia focada, clareza de propósito e relacionamentos honestos.
O objetivo da vida é viver e servir, deixar um legado, fazer uma diferença num mundo indiferente, não simplesmente existir ou envelhecer. Temos que viver com paixão até o final, não meramente ter sucesso e construir um patrimônio. O que é crucial é que os líderes aprendam a não se esgotar, mas sabe suster-se em toda situação, durante toda a vida. Precisamos adquirir as competências necessárias para encarar e administrar as mudanças contínuas em nossas vidas, até quando sentimos que tudo está desmoronando.Então faremos como o “executivo” que declara uma trégua e visita o seu “monge”, para ancorar suas expectativas em informações corretas e práticas de nossas vidas e nossos tempos. Precisamos inventar caminhos para famílias, empresas e comunidades, ao mesmo tempo em que cada vez mais barreiras e bloqueios são produzidos pelo mundo ao nosso redor.
Conclusão: Tornando-se líderes servidoras
Peter Senge, autor da “Quinta Disciplina” e professor no Sloan School of Management (MIT) visualize que os líderes do futuro sejam os facilitadores de aprendizagem social: “Líderes são desenhistas, professores e administradores. Esses papéis requerem novas competências: a capacidade de construir uma visão compartilhada, identificar e desafiar os modelos mentais prevalecentes e promover padrões de pensamento sistêmico. Resumido, os líderes de “organizações que aprendam” são responsáveis para construir organizações onde pessoas estão continuamente expandindo suas capacidades para moldar o futuro – ou seja, líderes que são responsáveis para aprendizagem.”
Num próximo futuro, redes de “líderes do futuro” em redes formais e informais fornecerão liderança para todos os setores da sociedade e além – de dentro e de fora de governos, instituições e careiras. Alvin Toffler observou: “Isso então é o objetivo final de futurismo social – não a mera transcendência de tecnocracia e sua substituição para um planejamento mais humano, democrático e voltado para o futuro, mais a submissão do próprio evolução á orientação humano consciente”
No meu trabalho como coach/palestrante/missionário para o mundo empresarial, eu tenho descoberto um ambiente de disposição de muitos brasileiros de segunda tempo que querem sair de seu “desencanto” para assumir a liderança de suas próprias vidas e até ariscar assumir liderança na sociedade. Os líderes estão descobrindo que as organizações na sociedade são menos estáveis do que as pessoas que trabalham nelas. No passado, foi todo o contrário. Hoje se sentem em perigo por causa das mesmas estruturas que eles acreditavam ia fornecer segurança – governos, empresas, e até famílias.As dimensões de menor porte de suas vidas – vida pessoal, amigos e coisas mais imediatos e accessíveis -- parecem ser mais seguros e saudáveis do que as coisas de grande porte. Vivemos num mundo de peças pequenas funcionando dentro de grandes instituições disfuncionais. O grande desafio dos líderes de hoje é criar organizações que são auto-renováveis, auto-sustentáveis, tanto com estruturas que aportam continuidade como processos que promovem aprendizagem e mudança contínua.
Voltar para a antiga dictonomia na política entre esquerda ou direita não encontra eco na sociedade nessa altura do campeonato. Como seres humanos, precisamos e merecemos uma nova versão do sonho antigo. Tal vez ficamos perdidos na complexidade das coisas,mas não temos perdido nossa herança. Muitas pessoas têm consciência dos valores e princípios funcionais da sociedade e da história. Elas anseiam ter novos líderes e estão finalmente mais disponíveis para ser aqueles líderes. Acredito que nos próximos anos, uma nova geração de lideres surgirão – composta tanto de jovens como adultos maduros. Uma nova força social e empresarial será orientada por esses novos “lideres do futuro” que estão acreditando que é possível resgatar os seus sonhos e os sonhos dos outros, de uma forma inovadora. Não existe uma planta ou “plano de ação” ainda, mas existem pessoas com energia, recursos financeiros, influenciam sociais e um senso de preocupação pelo futuro.
No passado deixamos esse trabalho de introduzir grandes mudanças nas mãos da próxima geração ou com os grandes movimentos sociais ou partidos políticos. Agora, será diferente. Essa vez o sonho de levar a sociedade para frente será expressado como uma afirmação e consenso mais do que uma protesta e ato de terrorismo ou idealismo.
È muito provável que o modelo de liderança que está sendo adotado pelos os adultos e líderes autênticos de hoje será o que Robert Greenleaf denomina “liderança servidora” – liderança que lida com necessidades sociais com compaixão e um senso de servir com base na autoridade que é conquistado pelo exemplo e transparência, não do carisma o briga pelo poder. As pessoas que chegam a ser lideres como adultos maduros, depois da meia idade, são motivados mais por um desejo profundo de beneficiar a próxima geração. Sua liderança emerge de sua gratidão para suas realizações e oportunidades e agora querem devolver alguma coisa para os outros. São líderes – movidos pela preocupação genuína pelas vidas ao seu redor mais do que pela ambição – que vão fazer a diferença no futuro. Daí vai sair a verdadeira grandeza e autoridade, das pessoas que nem aparentam que tem. Eu acredito que existem milhares de adultos nesse momento que estão se preparando para ser tais líderes.
Nossa máxima prioridade hoje deve ser de encontrar líderes capazes de moldar as dimensões humanas de caos. Em primeiro lugar, devem saber como administrar suas próprias vidas com eficácia e alegria, nos bons tempos e nos difíceis. Com tudo que tem sido registrado sobre liderança, existe uma quantidade sem precedentes de bons materiais na área de auto-ajuda e planejamento de vida adulta como para criar uma base para a sociedade como um todo. Já que o caos está invadindo nossas vidas cada vez mais, o processo de lidar com transição humana mediante de estruturas de vida tornará o modelo definitivo para administrar mudanças sociais. Aprendizagem contínua será uma questão fundamental no desenvolvimento e sustentação de nossos líderes. Os líderes do futuro surgirão entre aqueles que hoje fazem as pazes com as forças de caos existentes em suas próprias vidas.
Como disse o monge no livro O monge e o executivo: “Tudo começa com uma escolha!”, quando o John Daily perguntou no final do livro “”Mas onde começar, Simeão?” E espero que essa maravilhosa privilégio de livre arbítrio vai ser plenamente aproveitado por você, querido leitor, e,depois de refletir um pouco (ou bastante!) no seu mosteiro, você vai escolher desenvolver-se como pessoa melhor e líder melhor para construir um Brasil e mundo melhor! Mude o líder... mude o mundo!

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