Atitudes de Resultado com Prof. Heinz (17/06/2010)
SONHAR – O começo de tudo - Parte 1Prof. Heinz
“O limite do homem é o limite de seus sonhos.”
John F. Kennedy
Se olharmos a trajetória das pessoas de sucesso, dos grandes empreendedores, dos que influenciaram na trajetória do mundo - Ghandi, Santos Dumont, Com. Rolim Amaro, Madre Teresa, Walt Disney, Sílvio Santos, Barão de Mauá, Enzo Matarazzo, Airton Senna, Beto Carrero, Martin Luther King, vamos observar algo em comum neles: A capacidade de sonhar, de preferência alto. Acredito que não temos o direito de sermos pobres em relação aos nossos sonhos. Deus não nos deu tanta capacidade e inteligência para ser gasta em sonhos foscos. Seria um desperdício. Sonhar alto ou baixo, não é uma questão de certo ou errado. Mas ao sonharmos baixo, estamos subestimando o nosso potencial. Devemos ter a coragem de sonhar sonhos que brilhem e que desafiem o nosso potencial, nos motivando e nos levando a um mundo de possibilidades e não de limitações. Estes sonhos recarregam nossas baterias, nos impulsionando e nos dando sentido à vida. Estaremos motivados, pois sabemos que temos para onde canalizar
nosso talento e inteligência. Sonhos altos ou baixos, a opção é sua. Só o que não vale, é não sonhar.
Vejo isso claramente nas consultorias que presto. Nas empresas onde o seu dono tem sonhos e que ele compartilha esses sonhos com todos da empresa, existem mais conquistas e avanços. A equipe é mais motivada, pois o sonho do empresário energiza e dá uma espécie de “alma” à empresa. Esse quadro fica melhor ainda, quando na empresa existem colaboradores que também sonham. Sonham em melhorar, evoluir, conquistar, criando um ambiente verdadeiramente sinérgico. Mas também encontro empresas onde não há mais sonho. Nem empresário, nem colaboradores sonham. Nestas empresas, a energia de todos é menor e menores também são as conquistas.
Os sonhos não têm limite, uma vez que quando alcançamos um, logo se faz necessário um outro sonho para alimentar a alma e enriquecer a vida. Isso vale tanto para a área pessoal, quanto para a profissional. Mas para realizar um sonho, é necessário que acreditemos firme e ardentemente nele. E para que isso possa ocorrer, é imperativo que acreditemos, em primeiro lugar, em nós mesmos e que esse sonho seja nosso. Ninguém deveria sonhar o sonho de outra pessoa, pois não seria algo genuíno, verdadeiro e forte. Por isso mesmo teria poucas chances de se realizar e se isso, por um acaso, acontecesse, provavelmente não traria realização plena.
Na infância e na juventude temos muitos sonhos. Temos mil idéias e planos. Não vemos obstáculos e não temos medo. Nossa mente está livre e aberta. Nós ainda não nos impusemos limites.
A vida vai passando e muitos desses sonhos, senão todos, vão parar em depósitos ou porões esquecidos da nossa mente. Vejo que muitas pessoas estão deixando de sonhar, ou deixando os seus sonhos para “amanhã”. O que mais preocupa é que isso ocorre em todas as faixas etárias.
Por exemplo: conheço jovens, na verdade envelhecidos, de 17, 18 anos que já perderam a capacidade de sonhar e que se entregam à rotina do dia-a-dia, simplesmente deixando a vida passar. Não vêem perspectivas para suas vidas.
Entretanto, vejo também pessoas de mais idade, 50, 60 ou mais, que continuam abastecendo sua alma de sonhos. Seus olhos continuam brilhando e sua energia plena para novas realizações. Talvez não seja o tempo que passa, mas nós é que esquecemos de sonhar. Esquecemos que viver é a aventura de realizar sonhos.
O que nos atrapalha e nos impede de sonhar? Quais as “desculpas que arrumamos para, em vez de sonhar, apenas dormir. Porque não temos o hábito de sonhar?
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